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Quinta-feira, 12 de Novembro de 2020, 15h:27

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JÚLIO VIDAL

Hipnose funciona, sim!

Júlio Vidal

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Hipnólogo/Hipnoterapeuta (Hipnocáceres) - Formação: Instituto Alberto Dell’isola, Hipnobrasil, Faculdade Da Mente, Hipnotime 30.

Não é fraude, truque nem coisa de gente impressionável

Os fenômenos hipnóticos pertenceram aos deuses, ao diabo, aos astros, ao homem e, finalmente, à Ciência.

Hoje em dia, a Hipnose é muito utilizada nas áreas da medicina e da psicologia como ferramenta para ajudar em processos de cura do corpo ou da mente.

 

Qual é a origem da hipnose?

 

Hipnotismo ou Hipnose? Algumas pessoas se perguntam qual seria o termo correto para se referir ao processo de indução ou prática do transe.
Na verdade, ambos os termos estão corretos em contextos gerais. Eles se diferem somente na forma com que afetam o sentido da frase. “Hipnotismo” remete à prática de hipnotizar, e “hipnose” ao estado alcançado pelo hipnotismo.

O termo "hipnose" (grego hipnos = sono + latim osis = ação ou processo)

Hipnos era também o nome do deus grego do sono.

Sim, Hipno existiu para a maioria dos gregos antigos e representava o deus responsável pelo sono. Ele era a personificação da sonolência. Filho da deusa da noite Nix e irmão gêmeo de Tânato, a personificação da Morte. Hipnos seria o responsável pelo descanso restaurador de todas as criaturas terrestres.

 

O Nascimento da Hipnose

 

A pesquisa mais recente que temos coloca o marco inicial da história da hipnose na Região da Mesopotâmia a 3500 anos A.C, onde na Caldéia, já existem relatos de curas pela fixação do olhar. Uma outra aparição remota da hipnose é no Egito, onde existiam os templos do sono e foram identificadas utilizações dos estados de transe para anestesia. Nesses templos, as doenças eram tratadas após o paciente ser submetido à hipnose.

Teoria comprovada por obras arqueológicas como vasos de cerâmica, onde aparecem figuras de médicos fazendo intervenções cirúrgicas. Na antiga Grécia, os enfermos também eram postos a dormir e despertavam curados. Lá, a população em geral participava de cultos religiosos onde iam aos templos do sono e, após entrarem em transe, ouviam os sermões dos sacerdotes do respectivo deus desse templo. Após o procedimento, os enfermos retornavam às suas atividades gozando de plena saúde e alegria.

As impressões da utilização de técnicas hipnóticas aparecem nos estudos das vastas documentações históricas sobre a China, Índia e Pérsia, onde também não restam dúvidas sobre o fato daqueles povos manipularem empiricamente técnicas hipnóticas.

 

JÚLIO VIDAL – Hipnólogo/Hipnoterapeuta (Hipnocáceres) - Formação: Instituto Alberto Dell’isola, Hipnobrasil, Faculdade Da Mente, Hipnotime 30.