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POLITICA

Terça-feira, 21 de Maio de 2019, 10h:07

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Vereador nega participação em ataque a prefeito em Lambari D’Oeste

Por: Joner Campos I Cáceres Notícias

Cáceres Notícias

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Segundo Jovelino, ele foi conduzido até a Delegacia de Rio Branco devido ter sido autuado por posse ilegal de arma de fogo. Após ser ouvido, ele efetuou o pagamento da fiança, e foi liberado.

Após ter sido conduzido em uma operação da Polícia Civil no 16 de Maio de 2019, o vereador por Lambari D’Oeste, Jovelino Ferreira de Souza (PSD) falou com o site Cáceres Notícias sobre a sua condução. A operação buscava os autores do ataque ocorrido na casa do prefeito Edvaldo Alves dos Santos, na madrugada do dia 12 de maio.

O parlamentar disse que teria sido conduzido pelos policiais por terem encontrado na sua residência duas armas, sendo que as mesmas nem seria do calibre do ocorrido na casa do prefeito, como teria sido veiculado na imprensa.

Jovelino disse que não tem nenhuma rusga ou atrito com o prefeito Edvaldo, inclusive mora nas proximidades da residência a mais de 40 anos.

“Podem confiar na minha inocência porque moro em Lambari a 40 anos e nunca me envolvi em nada ilícito, nunca tive passagem pela polícia. Sou de família humilde, já mais tive qualquer problema com o prefeito ou a administração dele. E que nunca tentaria contra a vida de ninguém ou de qualquer político”, afirmou o parlamentar.

Segundo Jovelino, ele foi conduzido até a Delegacia de Rio Branco devido ter sido autuado por posse ilegal de arma de fogo. Após ser ouvido, ele efetuou o pagamento da fiança, e foi liberado.

Contou que ai viu que a imprensa de Mato Grosso dava como sendo ele o responsável pelo ataque na casa do prefeito.

“Em nenhum momento me perguntaram nada sobre o fato, e ninguém da imprensa procurou a mim ou minha defesa, me julgaram por algo que não fiz”, ressaltou.

Na casa do vereador foram encontradas duas armas tipo espingarda de calibres 22 e 28, ambas as armas pertencentes ao seu falecido pai.

O vereador finalizou dizendo que estará à disposição da justiça para qualquer esclarecimento. “Quero que o responsável pelo ato criminoso seja identificado para provar assim nossa inocência perante a população”.